Especialidades
Tratamento clínico para:
Depressão
Ansiedade
Transtornos alimentares
Dependência emocional
Vítimas de relacionamentos abusivos
Narcisismo
Estresse pós-traumático
Luto
Inibições/isolamento
Sofrimento psíquico
Terapia de casal
Principais motivos para busca de terapia
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Dor emocional profunda, que afeta o corpo, a mente, os pensamentos e a maneira de você enxergar a vida.
Sentimentos de desânimo e tristeza constantes, cansaço, perda de interesse pelas coisas e pelas pessoas, sensação de vazio, culpa e inutilidade. Nada pra você vale a pena.
Não é fraqueza, falta de fé, drama ou exagero.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão está entre as principais causas de incapacidade no mundo. É muito sério e demanda tratamento.
Como a terapia pode ajudar?
A psicanálise não trata apenas os sintomas, mas busca compreender as causas mais profundas e inconscientes. Pretende identificar conflitos internos, elaborar perdas e lutos, reconhecer padrões de comportamento e relacionamentos, ressignificar experiências dolorosas e traumas, reconstruir a autoestima e fortalecer o processo de individuação e o autoconhecimento.
Superar a depressão não significa que você vá esquecer, mas ressignificar sua história.
A terapia ajuda você a se reconectar com o seu desejo, sua potência transformadora e sua forma de se colocar no mundo.
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Acontece quando sua mente não consegue descansar. Você sente que sua mente não para, com preocupações e medo constantes, pensamentos ruins e invasivos, estado de alerta permanente e pressão para atender expectativas externas e internas.
A ansiedade faz parte da vida saudável, é um sinal de alerta natural do corpo, mas torna-se um problema quando é constante, intensa e desproporcional a realidade vivida, se transformando em sofrimento.
O que esperar da terapia psicanalítica?
Na perspectiva da psicanálise, o transtorno de ansiedade pode ser um sinal de conflitos internos, crenças limitantes, emoções e desejos reprimidos ou traumas não elaborados. Aquilo que você não consegue expressar em palavras, seu corpo e sua mente expressam como sintoma. Insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, medo constante sem causa específica, taquicardia e preocupação intensa.
A terapia possibilita identificar as origens emocionais da ansiedade, reconhecer padrões de comportamentos, reelaborar experiências negativas e traumas, fortalecer a autonomia, o processo de individuação e o autoconhecimento.
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Não se trata de comida, mas sim dor emocional.
Anorexia, Bulimia, Compulsão Alimentar. A relação difícil com a comida muitas vezes expressa sentimentos profundos de vazio, culpa, inadequação, necessidade de aprovação e controle, medo de rejeição e abandono.
A maneira como você lida com a comida, pode se tornar uma forma de anestesiar as emoções, autopunição, preenchimento do vazio existencial, conflitos com a própria imagem e identidade, necessidade excessiva de controle e aprovação. A comida passa a expressar o que não pode ser dito ou elaborado psiquicamente.
Como a psicanálise pode ajudar?
Pela perspectiva psicanalítica, os distúrbios alimentares estão ligados a conflitos inconscientes, padrões familiares, ideais muito rígidos sobre si mesmo, repressão e sentimentos de inadequação. Ao trazer para a consciência esses conteúdos, por meio da terapia, os sintomas começam a perder força e ideais rígidos sobre corpo, imagem e perfeição são reelaborados.
Aquilo que antes você precisava descontar na comida e no corpo, passa a ser elaborado em palavras. Sentimentos que antes eram evitados, passam a ser reconhecidos e ressignificados. Não impõe regras alimentares, mas transforma sua relação consigo mesmo, com o outro e com o seu lugar no mundo.
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É um fenômeno que envolve sua história afetiva, seus vínculos primários e as formas como se constituíram suas primeiras relações de cuidado e reconhecimento.
Relações marcadas por instabilidade afetiva, frieza e falta de empatia, rejeição, imprevisibilidade, ausência emocional, agressividade e amor condicionado, podem gerar sentimentos profundos de insegurança e medo de abandono desde a primeira infância.
Como consequência, você pode desenvolver formas de vinculação inconscientes nas quais o outro é mais valorizado e investido de garantia de amor, validação e pertencimento. Você deposita no outro a função de sua sustentação psíquica, sua autoestima e sua segurança afetiva. A possibilidade de separação pode ser vivida como ameaça à própria vida psíquica e você pode tolerar relações tóxicas, com idealização do outro e dificuldade de estabelecer limites.
Sintomas comuns são:
Medo intenso de separação e abandono
Sensação de que você tem que salvar o outro
Dificuldade em dizer não e estabelecer limites
Colocar o outro sempre em primeiro lugar
Necessidade constante de aprovação
Idealização do outro, não reconhecendo ou minimizando abusos
Mesmo percebendo que a relação é desiquilibrada e abusiva, você não consegue sair
Você sempre perdoa
Como a terapia pode ajudar?
Escutando suas próprias falas nas sessões, e com interpretações pontuais da analista, você vai percebendo padrões, articulando situações do passado, entendendo o desequilíbrio e abusos nas relações e reelaborando sua história.
Dessa forma, a análise te ajuda a trazer questões inconscientes à consciência, possibilitando novas escolhas e novos comportamentos.
A terapia fortalece a autonomia, o processo de individuação e o autoconhecimento.